— Oi Pedrinho!
— Oi Mariazinha!
— O que tu estás fazendo queridinho?
— Chutando pedrinhas, e você?
— Catando conchinhas. Como você está?
— To bem fortinho porque às vezes jogo um futebolzinho. E como vai teu bracinho?
— Tá quase curadinho, depois daquele tombinho, eu prometo usar capacetinho.
— Que bonzinho! Tu queres ir lá em casa comer um bolinho?
— Tem suquinho também?
— Claro que sim! Mamãezinha faz tudo por mim.
…
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Monthly Archives: janeiro 2007
A Incrível Jornada de um Disquete
Vejam a foto abaixo:

Disquete em cima do rodapé
Não passa de uma foto sobre um par de tênis velhos (meu ótimo Rainha System 3000), uma pasta azul contendo meu material de aula e um disquete parado em cima do rodapé do meu quarto. Alguma coisa fora do comum? Nada, a não ser pelo fato de como o disquete foi parar ali.
Ninguém, alguém ou tanto faz
Estava eu escrevendo um e-mail relatando a rotina de trabalho em uma sexta-feira no serviço institucional (serviço público incluso). Para me referir ao estereótipo que todo mundo conhece, eu pensei na frase “Ninguém faz nada”, mas acabei escrevendo “Todo mundo faz nada”.
Tirando as loucuras e exceções do português politicamente correto, incluindo concordância, tempos verbais e coisas que não vem ao caso agora, vamos fazer uma análise em cima do ninguém.